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RPGs envelhecem?

Posted on Apr 12, 2011 | 10 comments

Ilustrações: Destaque: Sumerky; topo: Marcelo Duarte Ferrari

Marcelo, Artur e Ivar tentam descobrir porque alguns RPGs continuam jogáveis vinte anos depois de lançados enquanto que outros ficam desfasados após poucos anos.

04:38 Apresentação do tema.
06:45 Será que envelhecem?
11:12 Estudo de caso: o AD&D.
15:36 Sistemas que se reinventaram.
21:39 Exemplos nacionais.
24:34 Por que sistemas envelhecem?
30:08 GURPS.
32:29 Conclusão?
38:29 Produto sugerido.
39:43 Encerramento.
41:26 Vozes de Fundo.

Nossa trilha sonora é cortesia de Marcos Kleine.

10 Comments

  1. Formando a segunda geração de RPGistas, minha filha de 10 anos já está jogando comigo e com minha esposa e provavelmente vá convidar seus colegas para jogar também. Estamos jogando a adaptação Heroes of Hesiod da 4ª edição e está divertidissimo.

  2. Esse já posso elogiar mesmo sem ouvir (saudosista como sou): muito bom.

  3. Salve VTT!

    Pra mim RPG funciona da mesma maneira que outros aspectos culturais como música e moda. Sua aceitação ou reprovação dependerá muito do momento histórico vivido, dos gostos e vontades da sociedade, etc etc. Existem coisas que talvez voltem ao gosto do público, outras não.

    Tem gente que até hoje usa roupa vitoriana (galera steampunk), mesmo que a larga maioria esteja sob o reinado do “calça jeans e camiseta”, mas isso não faz o visual deles menos glamouroso (só excêntrico).

    Outro paralelo é com tecnologia. Existem algumas que se tornaram obsoletas enquanto outras apenas foram modificadas para atender melhor o público. Mandar cartas via correio pra conversar com os amigos não faz sentido num mundo com emails, mas o bom e velho telefone por discagem ainda é útil mesmo com iPhones por aí.

  4. Ivar, “depende” responde muitas perguntas, mas nao todas… tipo: “Minha filha, voce ta gravida?”

    uahauhauahuahuaha

  5. Parabéns! Muito bom o tema! E novamente: eu adoro as piadas do Ivar! “Ganhou pontos de paradoxo!” —> AHAHAHAHA

  6. OBRIGADO ARTHUR !!!

    Lavou minha alma com o comentario sobre “tabuleiro”.

    Seguinte… comecei a jogar RPG com o DragonQuest, passei pro AD&D, mestrei o 3.0 por 6 anos e adiquiri o 4 edição… de inicio super empolgado com as novidades…

    Mas minha empolgação morreu quando os PJs atingiram o nivel paragonico. Na MINHA opinião, o 4ª começa a apresentar diversos “bugs” e o efeito “microondas” ( miniatura coberta de tantas argolas de refrigerante como pessoas dentro de pneus no alto do Morro do Alemão )… desisti do sistema: se tornou um jogo de tabuleiro de luxo… e minhas sessões de RPG começaram a não rolar com 1 hora gasta com cada combate.

    Voltar pro 3.0 ??? apresentava o bugs que vcs apresentaram mais um: a partir do 10 Nv, os monstros começavam a ficar muito mais fracos do que o ND sugeria… e isso PIOROU com o 3.5 coma retirada de alguns poderes dos monstros.

    Decidi então voltar as raizes: hoje voltei a jogar o AD&D e como foi dito durante o cast: é um sistema robusto e “se sustenta”. apresenta a diferenciação de poder entre classes, mas é uma diferença condizente com os conceitos de cada classe. o Guerreiro começa mais forte que o Mago, e depois é ultrapassado tornando quase um semi-deus dentro do jogo. Essa diferença no RolePlay é MUITO condizente com os cenários nos quais eu mestro. ( alguem aqui já viu os magos em Conan ? )

    Valeu … e Vida Longa e Prospera ao AD&D e Old Dragon

    oY

  7. Vocês precisavam de um Narrador legal de Mago.
    Além do sistema e do cenário, acho que também tem uma coisa que “envelhece”: o clima. Certos RPGs têm um clima meio datado; hoje, por exemplo, eu não jogaria muito bem um jogo com aquele clima maniqueísta como das primeiras edições de D&D.
    Mas realmente sinto muito por vocês terem tido experiências ruins com Mago, nossa, é um jogo exepcional se bem tratado.

  8. Só comentando os extras de vocês. No Brasil, a ideia de qualificar políticos mediante educação superior nem de longe seria meritocrática.

    1º) Bastava não investir em educação básica para criar um apartheid. O pobre nunca teria acesso a cargos políticos.

    2º) Um político burro, mas “esperto”, sempre poderia arranjar um diploma fajuto, em programas obscuros no exterior e validá-lo aqui mediante favores.

    É terrivel mas, no Brasil, voto só universal e obrigatório.

    Voltando ao podcast.

    Alguns RPGs não envelhecem, ou viram uísque, porque os Mestres sempre podem fazer um “facelift” no sistema com regras caseiras.

    Um sistema rígido, como é o caso de D&D3.X, não permite essas flexibilizações sem prejudicar o todo, talvez por isso AD&D (e outros retroclones) sejam mais atemporais.

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